segunda-feira, 27 de outubro de 2008

ESÔFAGO


O esôfago é um canal muscular com cerca de 23 a 25 cm de comprimento e 2 a 3 cm de largura, estende-se da faringe ao estômago; é a parte mais estreita do tubo digestivo. Desde a origem até a terminação, o esôfago atravessa necessariamente a parte inferior do pescoço, a cavidade torácica, o diafragma e a parte superior da cavidade abdominal. É um órgão situado na linha mediana, na frente da coluna vertebral. Termina lançando-se no estômago ao nível da cárdia.O bolo alimentar chega ao estômago, empurrado pelas contrações do esôfago, são os chamados movimentos peristálticos, também executados pelo estômago e intestino.Primeiro, você tem que fazer a parte que lhe cabe na digestão: mastigar, mastigar e mastigar.Você vê então o sanduíche sendo amassado e triturado, até virar uma pasta.Tudo isso feito pelos dentes, junto com a saliva e a ajuda da língua.Depois você acompanha a comida descendo pela garganta, onde fica a epiglote, que está ali para não deixar a comida passar para o sistema respiratório.Da garganta, a comida segue para o esôfago, um tubo com paredes musculosas que a empurra para baixo até ela chegar ao estômago.

ESTÔMAGO


Estômago é uma bolsa de parede musculosa, localizada no lado esquerdo abaixo do abdome, logo abaixo das últimas costelas. É um órgão muscular que liga o esôfago ao intestino delgado. Sua função principal é a digestão de alimentos protéicos. Um músculo circular, que existe na parte inferior, permite ao estômago guardar quase um litro e meio de comida, possibilitando que não se tenha que ingerir alimento de pouco em pouco tempo. Quando está vazio, tem a forma de uma letra "J" maiúscula, cujas duas partes se unem por ângulos agudos.

PÂNCREAS


Pâncreas, é um órgão dentro do corpo que desempenha um importante papel na digestão da comida, também produz a insulina, o principal químico no corpo responsável pelo equilíbrio dos níveis de açúcar no sangue.
O pâncreas mede 10 polegadas e localiza-se atrás do estômago, no lado esquerdo do corpo. Seu formato é parecido com o de um girino, com uma cabeça e uma cauda longa. A cabeça é achatada no intestino, dentro do qual o estômago esvazia os alimentos parcialmente digeridos.

O pâncreas também é conectado ao fígado e ao intestino. Ele produz químicos chamados enzimas. Estas são essenciais à digestão dos alimentos, pois os quebram em partículas bem pequenas, o que facilita a absorção pelo organismo. As enzimas são produzidas em pequenas glândulas no pâncreas e, depois, circulam pelo órgão dentro da primeira parte do intestino. Os sucos digestivos produzidos no pâncreas não são ativos até que tenham alcançado o intestino. As principais enzimas produzidas pelo pâncreas são a amilase, importante na digestão dos carboidratos (alimentos, como pão e batatas), a tripsina, que digere proteína (desde carne, queijo, leite e legumes, como grãos) e a lipase, que digere a gordura.
A glicose consiste na fonte de energia do corpo. Seu nível é controlado pela insulina, também produzida no pâncreas. Se o órgão não está trabalhando adequadamente e não está produzindo insulina como deveria, então uma condição chamada diabetes pode desenvolver.

Pâncreas Exócrino
O pâncreas exócrino secreta enzimas digestivas, reunidas em estruturas denominadas ácinos. Os ácinos pancreáticos estão ligados através de finos condutos, por onde sua secreção é levada até um condutor maior, que desemboca no duodeno, durante a digestão.
Pâncreas Endócrino
Secreta os hormônios insulina (quando não é produzida em quantidade suficiente, dá origem a diabetes) e glucagon (hormônio com a regulação dos níveis de açúcar no sangue), reunidas em estruturas denominadas Ilhotas de Langerhans, cujas células beta secretam a insulina e as células alfa secretam o glucagon.
Os hormônios produzidos nas ilhotas de Langerhans caem diretamente nos vasos sangüíneos pancreáticos.

INTESTINO GROSSO


O intestino grosso é a parte final do tubo digestivo. Nele distinguem-se três partes: o ceco, onde desemboca o intestino delgado e em que existe um prolongamento em forma de tubo chamado apêndice vermiforme; o cólon (em que, por seu turno, se distinguem três partes: cólon ascendente ou direito, o cólon transverso, que atravessa a cavidade abdominal da direita para a esquerda, e o cólon descendente ou esquerdo) e o recto (ou reto), que faz comunicar o cólon com o exterior através do orifício anal, que apresenta uma dilatação chamada ampola rectal, cujo alargamento desencadeia o acto de defecação.
O intestino grosso tem um importante trabalho na absorção da água (o que determina a consistência do bolo fecal). Mede cerca de 1,5 m de comprimento

INTESTINO DELGADO

O intestino delgado vai desde o estômago até o intestino grosso. É composto por três partes: o duodeno, o jejuno, e o íleo.

Duodeno: é no duodeno que o suco pancreático (neutraliza acidez do quimo e faz a digestão de proteínas, de carboidratos e de gorduras) e a secreção biliar (emulsificação de gorduras) agem atacando a quimo e a transformando em quilo.

Jejuno: Começa a absorção dos nutrientes, principalmente, proteinas, carboidratos, gorduras, e glicose. Faz continuação ao duodeno.

Íleo: É o último segmento do intestino delgado que faz continuação ao jejuno. Recebe este nome por relação com osso ilíaco. É mais estreito e suas túnicas são mais finas e menos vascularizadas que o jejuno.

O duodeno recebe a bile, que é produzida no fígado e armazenada na vesícula biliar. Recebe também o suco pancreático produzido pelo pâncreas.
É nas paredes do intestino delgado que se produz o suco intestinal.
A bilis é lançada no duodeno e transforma as gorduras em pequenas gotas, ajudando a ação do suco pancreático e do suco intestinal. Com os movimentos do intestino delgado e com a ação dos sucos (pancreático e intestinal) o quimo é transformado em quilo, que é o produto final da digestão.
Depois do alimento estar transformado em quilo, os produtos úteis para o nosso organismo são absorvidos pelas vilosidades intestinais, passando para os vasos sanguíneos, pois, é através da corrente sanguínea que as substâncias absorvidas chegam a todas as células do nosso corpo. A assimilação é a utilização das substâncias para a construção do organismo e para nos fornecer energia.

ESFÍNCTER

Esfíncter ou esfíneter é uma estrutura, geralmente um músculo de fibras circulares concêntricas dispostas em forma de anel, que controla o grau de amplitude de um determinado orifício. O sistema digestivo humano tem três esfíncteres importantes: o esfíncter cárdico, o esfíncter anal e o esfíncter pilórico, que faz comunicação entre o estômago e o duodeno.
Existem pelo menos 42 esfíncteres no corpo humano, alguns dos quais em tamanho microscópico.

ÂNUS/RETO

O ânus é a abertura existente na extremidade distal do trato gastrointestinal através do qual os dejetos (fezes) são eliminados do organismo.
O reto é a porção do trato digestivo localizada acima do ânus onde as fezes são mantidas antes de serem eliminadas do organismo através do ânus. O revestimento retal consiste em um tecido brilhante e de cor laranja escuro, o qual contém glândulas mucosas muito semelhante ao revestimento mucoso do restante do intestino.
O ânus é formado parcialmente a partir das camadas superficiais do corpo, incluindo a pele, e parcialmente pelo intestino.